Militares desmentem Merval e Noblat

“Quando empregamos tropas em eventos de pacificação ou de garantia da lei e da ordem, a determinação nos é dada por meio da Presidência da República. Se algum governador desejar a participação das tropas para qualquer coisa, tem que pedir à Presidência, esse é o fluxo”, disse o general Otávio Rêgo Barros, do Centro de Comunicação Social do Exército.

Desta forma, as Forças Armadas desmentem as afirmacoes feitas no fim de semana pelos udeno-colunistas Ricardo Noblat e Merval Pereira, do Globo, os quais haviam afirmado que os militares já estavam de prontidão para ir às ruas e também dialogando com seus interlocutores no meio político para acelerar o impeachment; era só terrorismo midiático; segurança do dia 13 será dada pela polícia de cada estado

As Forças Armadas reafirmaram sua lealdade à presidência de Dilma Rousseff, em nota divulgada pelo general Otávio do Rêgo Barros, do Centro de Comunicação do Exército. No documento, ele nega que oficiais militares teriam oferecido “reforços” para governadores, a fim de garantir a paz e a ordem durante os protestos marcados para o dia 13 de março.

“Quando empregamos tropas em eventos de pacificação ou de garantia da lei e da ordem, a determinação nos é dada por meio da Presidência da República. Se algum governador desejar a participação das tropas para qualquer coisa, tem que pedir à Presidência, esse é o fluxo”, disse o general Otávio Rêgo Barros, do Centro de Comunicação Social do Exército.

Ele afirmou ainda, em entrevista ao Valor, que a mensagem principal do Exército é pedir “união” neste momento de crise. “É essencial que as Forças Armadas, até pela credibilidade que têm, tenham papel completamente institucional e de Estado. Consideramos muito importante que a instituição fique pairando acima de qualquer viés ideológico”.

Fonte: Valor Economico.